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Casa Número Nada

O solo apresenta uma mulher, Renata, que chega à sua casa e a encontra vazia/roubada. O texto cênico parte da súbita retirada da segurança material da personagem, que se confronta com o vazio existencial de sua alma e se depara com questões adversas (sistema capitalista de consumo, ética, vida, segurança, memória, emoção).

Renata (a Renascida) se encontra nos limiares da razão e da loucura e, na encenação, entra num processo de introspecção, levantando questionamentos íntimos que a levam além de seus móveis, objetos, seguros e notas fiscais. Desta maneira, toda concepção dos elementos do espetáculo (cenário, figurino, iluminação e trilha) apresentam uma “economia essencial” que pretende questionar/dialogar sobre “O SENTIDO E FINALIDADE DA VIDA”.

 

 

Ficha Técnica

Mariana Freire – Atuação, criação

Fábio Vidal – Direção, criação

Rino de Carvalho – Figurino

Luciano Bahia – Trilha sonora

Tuca Gomes e Mariana Freire- Iluminação

 

 

Galeria de imagens

Divulgação

Material gráfico

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